Ser ou não ser? Já não faço ideia também…
Há quem diga que sim, somos a primeira… Há quem mostre que não, estamos quase no final da lista…
Depois há os que juntam as duas coisas: dizem que sim, e mostram que não. Chamo-lhes “divergentes”? “Diz uma coisa e faz outra”?
O que lhe chamam é indiferente, as coisas são o que são, independentemente do nome que têm.
O que contam são os comportamentos, as atitudes. Não é por acaso que durante a escola são parâmetros que vão sendo avaliados: são fundamentos essenciais para a Vida, elementos sem os quais toda a gente seria formatada pelo mesmo molde, avaliados pelos mesmos sistemas.
O que podemos fazer para que os comportamentos dos outros correspondam às suas palavras?
Nada, absolutamente nada.
Não se pode obrigar ninguém a agir como nós queremos. As pessoas necessitam de acordar um dia e ver que as coisas mudaram, que já não são “mares de rosas” (ou “mares a laranja” para mim, que prefiro essa cor), e que se calhar demasiado tempo passou enquanto estiveram a dormir…
Carpe diem, minha gente…
Antes que seja tarde, de preferência…
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
Ponto Alto, Finalmente!
Nunca até esta semana me senti tão contente, tão realizado e tão cansado...
Entrei para a faculdade, em que, apesar de ainda não ter começado as aulas oficialmente, já ando farto de caminhar para aqui e para ali, a correr ao mesmo tempo que olho para o relógio, e afins.
O mais engraçado, é que mesmo estando "farto", não quero parar de o fazer. Gosto demasiado, sinto-me mesmo emocionado com a minha nova vida, e com a minha nova cidade.
E é certo que, para eu gostar desta nova vida, tu tens que estar presente. E agora é mais fácil de se cumprir isso.
Gosto muito dos tempos que passo contigo, sinto-me seguro e completo, não quero mais nada deste planeta durante esses instantes.
Mesmo com o que se passou entre nós e a televisão, e aquela frase maldita - "Pára quieto!" :( -, junto com o afastamento que me obrigaste a fazer da minha cara...
Mesmo com esses pormenores que me afectam, não quero mudar nada em ti, nem em mim, nem no nosso Mundo, nem na nossa Vida.
Espero... Não, digo antes... QUERO que esta felicidade nunca mais acabe.
Ninguém experimente tirar-ma, vai ter luta.
Entrei para a faculdade, em que, apesar de ainda não ter começado as aulas oficialmente, já ando farto de caminhar para aqui e para ali, a correr ao mesmo tempo que olho para o relógio, e afins.
O mais engraçado, é que mesmo estando "farto", não quero parar de o fazer. Gosto demasiado, sinto-me mesmo emocionado com a minha nova vida, e com a minha nova cidade.
E é certo que, para eu gostar desta nova vida, tu tens que estar presente. E agora é mais fácil de se cumprir isso.
Gosto muito dos tempos que passo contigo, sinto-me seguro e completo, não quero mais nada deste planeta durante esses instantes.
Mesmo com o que se passou entre nós e a televisão, e aquela frase maldita - "Pára quieto!" :( -, junto com o afastamento que me obrigaste a fazer da minha cara...
Mesmo com esses pormenores que me afectam, não quero mudar nada em ti, nem em mim, nem no nosso Mundo, nem na nossa Vida.
Espero... Não, digo antes... QUERO que esta felicidade nunca mais acabe.
Ninguém experimente tirar-ma, vai ter luta.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
O Tempo Não Conta Nem Faz Tique-Taque... O Tempo Muda!
"You were everything, everything that I wanted" - Avril Lavigne, "My Happy Ending"
Como as coisas mudam…
Há uns tempos não acreditava que algo tão bom me pudesse acontecer, mas a verdade é que encontrei a perfeição. Encontrei-a, e posso dizer que neste momento me pertence e que possui a minha alma e coração.
Faz-me sorrir, ter esperança, sentir de novo, viver…
No entanto sinto que as coisas foram um pouco abaixo na noite passada.
Parece que com a chegada dos planos para a tão aguardada faculdade e com os problemas… hmm, digamos “pessoais”, eu te tenho feito sentir menos bem, tenho-te afastado inconscientemente.
Sabes perfeitamente que não é de propósito. Nunca senti isto, nunca fui verdadeiramente amado, apenas brincaram comigo. Não sei lidar com isto… ainda.
Por causa de tudo o que te fiz passar, não consegui adormecer. Pensava em ti, e na forma como te fiz sentir mal. Pensei na tua ausência, a qual não tens culpa absolutamente nenhuma. Pensei na tristeza com que foste dormir.
Não me senti nada bem, e tive vontade de chorar. Mas não o fiz, não havia nada em mim que pudesse sofrer. Tudo o que é meu está contigo neste momento.
A minha Alma, o meu Coração, … Reuni os pedaços todos que tinham sobrado do meu passado, colei-os muito bem e dei-tos reconstruídos. Agora, tudo está a esforçar-se por te fazer sentir o que a pessoa mais perfeita do universo deve sentir.
Desculpa por a minha Mente não os estar a acompanhar ao mesmo ritmo. Ela vai lá chegar, quando a deixarem. Lamento estar-te a fazer sentir assim.
Tenciono dar o melhor de mim para que tudo resulte, espero que chegue…
Quero mesmo resolver tudo e fazer esta mini-tristeza desaparecer. Quero-te fazer feliz, da forma mais perfeita, como mereces.
Acreditas que, mesmo agindo assim, somos um só ser? Fico a torcer para que sim…
Nada mais posso dizer-te, por palavras. Resta-me mostrar-te, através de acções.
Como as coisas mudam…
Há uns tempos não acreditava que algo tão bom me pudesse acontecer, mas a verdade é que encontrei a perfeição. Encontrei-a, e posso dizer que neste momento me pertence e que possui a minha alma e coração.
Faz-me sorrir, ter esperança, sentir de novo, viver…
No entanto sinto que as coisas foram um pouco abaixo na noite passada.
Parece que com a chegada dos planos para a tão aguardada faculdade e com os problemas… hmm, digamos “pessoais”, eu te tenho feito sentir menos bem, tenho-te afastado inconscientemente.
Sabes perfeitamente que não é de propósito. Nunca senti isto, nunca fui verdadeiramente amado, apenas brincaram comigo. Não sei lidar com isto… ainda.
Por causa de tudo o que te fiz passar, não consegui adormecer. Pensava em ti, e na forma como te fiz sentir mal. Pensei na tua ausência, a qual não tens culpa absolutamente nenhuma. Pensei na tristeza com que foste dormir.
Não me senti nada bem, e tive vontade de chorar. Mas não o fiz, não havia nada em mim que pudesse sofrer. Tudo o que é meu está contigo neste momento.
A minha Alma, o meu Coração, … Reuni os pedaços todos que tinham sobrado do meu passado, colei-os muito bem e dei-tos reconstruídos. Agora, tudo está a esforçar-se por te fazer sentir o que a pessoa mais perfeita do universo deve sentir.
Desculpa por a minha Mente não os estar a acompanhar ao mesmo ritmo. Ela vai lá chegar, quando a deixarem. Lamento estar-te a fazer sentir assim.
Tenciono dar o melhor de mim para que tudo resulte, espero que chegue…
Quero mesmo resolver tudo e fazer esta mini-tristeza desaparecer. Quero-te fazer feliz, da forma mais perfeita, como mereces.
Acreditas que, mesmo agindo assim, somos um só ser? Fico a torcer para que sim…
Nada mais posso dizer-te, por palavras. Resta-me mostrar-te, através de acções.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Porque Desapareces Tu, Humanidade?
Vai, vem... Vai, vem...
Maré alta, maré baixa... Maré alta, maré baixa...
Tic, tac... Tic, tac...
Se tudo neste mundo segue este ciclo, porque fugiriam a minha Vida e a minha Sorte à regra?
A vontade de arranjar problemas será assim tão grande?
Passei todos os meses do último ano lectivo atarefado, completamente inundado em trabalho e dedicação, sem conseguir descansar o corpo e a mente. Isso tornou-me mais forte, com menos probabilidade de ceder a distracções. E posso dizer que valeu a pena, fui recompensado no final (vá lá, ainda há certas coisas que são minimamente justas, quando nos asseguramos que os injustos não intervêm).
No entanto, a par de todas as tarefas do meu último ano do ensino secundário, o maldito Amor atacou há uns tempos. Conheci pessoas novas, que se mostravam óptimas pessoas e tudo mais, mas que no final não passaram de aparências. Vou falar daquela com quem estive de forma mais próxima, tendo tido uma espécie de "amizade colorida".
Demo-nos sempre muito bem, adaptámo-nos de forma única um ao outro, de tal forma que fomos juntos ao Baile de Finalistas. Foi uma noite maravilhosa, sem percalços, e descrita por essa pessoa como sendo "a melhor noite da minha vida" (tenho uma mensagem a provar a veracidade da afirmação).
Contudo, aproximadamente dois dias depois desta noite perfeita, ela diz-me "Olá" através de uma rede social, e começa a falar sobre ter deixado avançar muito as coisas sem saber o que quera, e afins... Quando dou por mim, estou estilhaçado e ela está nos braços de outro. Pois, noite perfeita, mas dois dias e já lá vai... Eu compreendo, também (não) sou assim...
Mas isto nem foi o pior/melhor! Há uma semana mandou-me uma mensagem por telemóvel, a perguntar o porquê de ter ficado tanto tempo sem dizer nada! (P.S.: a partir daquele dia não lhe dirigi mais a palavra, não perdoo destruição de corações.)
Respondi tudo o que era preciso ser dito, e depois sou mal tratado com novas mensagens, por telemóvel e nas redes sociais, sendo inclusivamente chamado de criança...
Já percebi, os adultos traem e fazem sofrer, as crianças tratam os adultos bem, fazem-nos viver contos de fadas, e levam com os pés. Hmm, fixe, posso viver com isso... desde que não me apareçam mais à frente, sob pena de ouvirem o que querem e o que não querem...
A juntar a situações de loucura do género, amigos começam a dizer que eu os insultei quando na verdade fiz elogios, dizem coisas que nunca tolerei ouvir, sem fundamento, e afins...
Mas quem arca sempre com as culpas, quem é? Exacto! A criança!... A.K.A., aparentemente por Eu Mesmo...
Felizmente posso bem com isso. Sei quem sou, sei o que faço, e o que quero fazer. O que pensam de mim não me importa.
Enfim, alguém me arranja uma seringa? Acho que este Mundo precisa de levar uma injecção de moralidade, daquelas bem fortes... Hmm, e se calhar um espelho também não faria mal, há quem precise de se ver bem antes de falar...
Mas, como disse no início, há sempre uma onda ou maré positiva! Tirei a carta, e sinto-me muito bem com isso, para além de ter encontrado pessoas brutais, de quem começo a gostar muito de ser amigo, e que espero nunca perder.
Bem, no fim o que me resta afinal? Os amigos, as minhas Estrelas Brilhantes, aqueles que são mais humanos que os outros. Conto convosco, até me mandarem embora, e nãp precisa de ser por palavras.
Espero mesmo manter os novos amigos, desenvolver aquela em particular, e vemo-nos em breve!
Vou dormir, esquecer e ignorar tudo isto, e recomeçar o dia, como se estes últimos não tivessem existido.
Vou meditar e consertar-me.
Vou reflectir sobre o Mundo e sobre Mim, e esbater os defeitos que estiverem ao meu alcance.
Vou continuar a lutar!
Maré alta, maré baixa... Maré alta, maré baixa...
Tic, tac... Tic, tac...
Se tudo neste mundo segue este ciclo, porque fugiriam a minha Vida e a minha Sorte à regra?
A vontade de arranjar problemas será assim tão grande?
Passei todos os meses do último ano lectivo atarefado, completamente inundado em trabalho e dedicação, sem conseguir descansar o corpo e a mente. Isso tornou-me mais forte, com menos probabilidade de ceder a distracções. E posso dizer que valeu a pena, fui recompensado no final (vá lá, ainda há certas coisas que são minimamente justas, quando nos asseguramos que os injustos não intervêm).
No entanto, a par de todas as tarefas do meu último ano do ensino secundário, o maldito Amor atacou há uns tempos. Conheci pessoas novas, que se mostravam óptimas pessoas e tudo mais, mas que no final não passaram de aparências. Vou falar daquela com quem estive de forma mais próxima, tendo tido uma espécie de "amizade colorida".
Demo-nos sempre muito bem, adaptámo-nos de forma única um ao outro, de tal forma que fomos juntos ao Baile de Finalistas. Foi uma noite maravilhosa, sem percalços, e descrita por essa pessoa como sendo "a melhor noite da minha vida" (tenho uma mensagem a provar a veracidade da afirmação).
Contudo, aproximadamente dois dias depois desta noite perfeita, ela diz-me "Olá" através de uma rede social, e começa a falar sobre ter deixado avançar muito as coisas sem saber o que quera, e afins... Quando dou por mim, estou estilhaçado e ela está nos braços de outro. Pois, noite perfeita, mas dois dias e já lá vai... Eu compreendo, também (não) sou assim...
Mas isto nem foi o pior/melhor! Há uma semana mandou-me uma mensagem por telemóvel, a perguntar o porquê de ter ficado tanto tempo sem dizer nada! (P.S.: a partir daquele dia não lhe dirigi mais a palavra, não perdoo destruição de corações.)
Respondi tudo o que era preciso ser dito, e depois sou mal tratado com novas mensagens, por telemóvel e nas redes sociais, sendo inclusivamente chamado de criança...
Já percebi, os adultos traem e fazem sofrer, as crianças tratam os adultos bem, fazem-nos viver contos de fadas, e levam com os pés. Hmm, fixe, posso viver com isso... desde que não me apareçam mais à frente, sob pena de ouvirem o que querem e o que não querem...
A juntar a situações de loucura do género, amigos começam a dizer que eu os insultei quando na verdade fiz elogios, dizem coisas que nunca tolerei ouvir, sem fundamento, e afins...
Mas quem arca sempre com as culpas, quem é? Exacto! A criança!... A.K.A., aparentemente por Eu Mesmo...
Felizmente posso bem com isso. Sei quem sou, sei o que faço, e o que quero fazer. O que pensam de mim não me importa.
Enfim, alguém me arranja uma seringa? Acho que este Mundo precisa de levar uma injecção de moralidade, daquelas bem fortes... Hmm, e se calhar um espelho também não faria mal, há quem precise de se ver bem antes de falar...
Mas, como disse no início, há sempre uma onda ou maré positiva! Tirei a carta, e sinto-me muito bem com isso, para além de ter encontrado pessoas brutais, de quem começo a gostar muito de ser amigo, e que espero nunca perder.
Bem, no fim o que me resta afinal? Os amigos, as minhas Estrelas Brilhantes, aqueles que são mais humanos que os outros. Conto convosco, até me mandarem embora, e nãp precisa de ser por palavras.
Espero mesmo manter os novos amigos, desenvolver aquela em particular, e vemo-nos em breve!
Vou dormir, esquecer e ignorar tudo isto, e recomeçar o dia, como se estes últimos não tivessem existido.
Vou meditar e consertar-me.
Vou reflectir sobre o Mundo e sobre Mim, e esbater os defeitos que estiverem ao meu alcance.
Vou continuar a lutar!
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Mais Brilhante Que A Lua Ou Que O Sol
As últimas duas semanas, aproximadamente, têm sido passadas no liceu que frequento, a jogar às cartas ou a fazer desporto, e a marcar somente as presenças nas aulas, sem realmente as termos. Sabem como é que é, as férias são tentadoras e nós antecipamo-las.
Entretanto, elas chegaram oficialmente. Como tal, os meus dias passaram a ser em casa, a passear pela internet, a conhecer pessoas maravilhosas, a ler... Acções comuns a que eu dou muita importância. Ao mesmo tempo, ia jogando ao famoso "Solitário", aquele jogo básico que vem em qualquer computador, que nos obriga a pensar um pouco, e que ao mesmo tempo se torna viciante.
Em qualquer um destes jogos (dou-lhes mais importância a eles, já verão porquê) tenho tido bastante sorte, mesmo muita. Calham-me sempre as melhores mãos, os jogos mais simples de resolver, ...
No entanto, algo se passou há bem pouco tempo. As coisas mudaram como se algo tivesse clicado num botão. Terei sido eu que (in)conscientemente decidi que estava farto? "I don't know...", como Nelson Muntz dos Simpsons diria.
A única coisa que eu tenho absoluta certeza é que passei a ter de súbito o máximo azar possível a qualquer tipo de jogo! E não poderia estar mais feliz por isso!
Porquê?, perguntam. Normalmente fica-se contente é por ganhar, não por perder. Eu compreendo isso.
Então, a minha explicação baseia-se num antigo ditado que dita: "Azar ao jogo, Sorte ao amor".
E realmente a Sorte ao Amor tem melhorado ligeiramente. Tenho encontrado pessoas fabulosas, e tenho visto outras que não brilhavam tanto a sofrerem mudanças inacreditáveis. Tudo isso em conjunto conseguiu-me subir os níveis de felicidade bem acima dos telhados de Nova Iorque ou qualquer outra grande cidade do planeta.
Para juntar à equação outro pequeno facto, fui ao agora extremamente popular Facebook, fazer uma daquelas aplicações, só por puro passatempo. Não sou muito crente no que elas dizem, porque sei que são meras palavras escritas por pessoas que eu não conheço, mas mesmo assim por vezes até é divertido ver os resultados daquilo e compará-los com a realidade.
Então andava eu a pesquisar pelo oceano de pequenos softwares da rede mundial, quando encontrei um que talvez fosse engraçado. Entitula-se "O que podes esperar para 2011?". Pensei: "Porque não tentar?". E assim fiz, cliquei no link que faria a aplicação entrar em acção e procurar uma frase pré-esrita aleatoriamente.
O resultado que me surgiu segundos depois foi inesperado, quando combinado com o Azar ao jogo, e aos pensamentos que referi atrás. O resultado dizia "Podes esperar o teu verdadeiro Amor".
Fiquei simplesmente a olhar para aquelas palavras, a pensar nas probabilidades da coincidência, e comecei rir!
Enfim, um pequeno (grande) relato de um episódio recente, apenas para introduzir/concluir o meu estado de espírito.
Quando abraçamos quem realmente somos, quando nos libertamos dos receios e dos bloqueios que criamos para nos protegermos, conseguimos abrir as portas para o nosso verdadeiro potencial.
Esse é o estado em que me encontro agora. Uma pequena mudança na minha forma de pensar conseguiu fazer-me aperceber da minha força (que é ainda maior do que eu pensava), conseguiu restabelecer-me o bom humor e o auto-controlo, e fez-me verdadeiramente Feliz.
Esperemos então que o Azar ao jogo se mantenha, ou até mesmo que piore (ou melhore, nao tenho a certeza, desde que continue a perder os jogos...), para que a Sorte ao Amor suba a pique, acima de qualquer obstáculo, e se torne, por exemplo, na minha Estrela de Natal no topo da Árvore de Natal que passou a ser a minha Vida.
Conselho do vosso amigo que escreve estes textos enormes, e que está aqui para ajudar sempre que preciso, e independentemente dos problemas:
Abracem a vossa verdadeira essência, só temos esta Vida (de acordo com a ciência), e na minha opinião devemos aproveitá-la e usar o melhor que temos guardado em nós. Devemos demonstrar ao Mundo que estamos aqui, com fogo-de-artifício a saltar do peito, prontos para lutar contra o que ou quem aparecer para nos impedir.
Soltem o vosso verdadeiro Poder. Sejam felizes!
Não se deixem ir abaixo como um castelo de cartas com um sopro de vento. Deixem as vossas cores interiores explodirem, e surpreendam-se a vocês próprios!
Entretanto, elas chegaram oficialmente. Como tal, os meus dias passaram a ser em casa, a passear pela internet, a conhecer pessoas maravilhosas, a ler... Acções comuns a que eu dou muita importância. Ao mesmo tempo, ia jogando ao famoso "Solitário", aquele jogo básico que vem em qualquer computador, que nos obriga a pensar um pouco, e que ao mesmo tempo se torna viciante.
Em qualquer um destes jogos (dou-lhes mais importância a eles, já verão porquê) tenho tido bastante sorte, mesmo muita. Calham-me sempre as melhores mãos, os jogos mais simples de resolver, ...
No entanto, algo se passou há bem pouco tempo. As coisas mudaram como se algo tivesse clicado num botão. Terei sido eu que (in)conscientemente decidi que estava farto? "I don't know...", como Nelson Muntz dos Simpsons diria.
A única coisa que eu tenho absoluta certeza é que passei a ter de súbito o máximo azar possível a qualquer tipo de jogo! E não poderia estar mais feliz por isso!
Porquê?, perguntam. Normalmente fica-se contente é por ganhar, não por perder. Eu compreendo isso.
Então, a minha explicação baseia-se num antigo ditado que dita: "Azar ao jogo, Sorte ao amor".
E realmente a Sorte ao Amor tem melhorado ligeiramente. Tenho encontrado pessoas fabulosas, e tenho visto outras que não brilhavam tanto a sofrerem mudanças inacreditáveis. Tudo isso em conjunto conseguiu-me subir os níveis de felicidade bem acima dos telhados de Nova Iorque ou qualquer outra grande cidade do planeta.
Para juntar à equação outro pequeno facto, fui ao agora extremamente popular Facebook, fazer uma daquelas aplicações, só por puro passatempo. Não sou muito crente no que elas dizem, porque sei que são meras palavras escritas por pessoas que eu não conheço, mas mesmo assim por vezes até é divertido ver os resultados daquilo e compará-los com a realidade.
Então andava eu a pesquisar pelo oceano de pequenos softwares da rede mundial, quando encontrei um que talvez fosse engraçado. Entitula-se "O que podes esperar para 2011?". Pensei: "Porque não tentar?". E assim fiz, cliquei no link que faria a aplicação entrar em acção e procurar uma frase pré-esrita aleatoriamente.
O resultado que me surgiu segundos depois foi inesperado, quando combinado com o Azar ao jogo, e aos pensamentos que referi atrás. O resultado dizia "Podes esperar o teu verdadeiro Amor".
Fiquei simplesmente a olhar para aquelas palavras, a pensar nas probabilidades da coincidência, e comecei rir!
Enfim, um pequeno (grande) relato de um episódio recente, apenas para introduzir/concluir o meu estado de espírito.
Quando abraçamos quem realmente somos, quando nos libertamos dos receios e dos bloqueios que criamos para nos protegermos, conseguimos abrir as portas para o nosso verdadeiro potencial.
Esse é o estado em que me encontro agora. Uma pequena mudança na minha forma de pensar conseguiu fazer-me aperceber da minha força (que é ainda maior do que eu pensava), conseguiu restabelecer-me o bom humor e o auto-controlo, e fez-me verdadeiramente Feliz.
Esperemos então que o Azar ao jogo se mantenha, ou até mesmo que piore (ou melhore, nao tenho a certeza, desde que continue a perder os jogos...), para que a Sorte ao Amor suba a pique, acima de qualquer obstáculo, e se torne, por exemplo, na minha Estrela de Natal no topo da Árvore de Natal que passou a ser a minha Vida.
Conselho do vosso amigo que escreve estes textos enormes, e que está aqui para ajudar sempre que preciso, e independentemente dos problemas:
Abracem a vossa verdadeira essência, só temos esta Vida (de acordo com a ciência), e na minha opinião devemos aproveitá-la e usar o melhor que temos guardado em nós. Devemos demonstrar ao Mundo que estamos aqui, com fogo-de-artifício a saltar do peito, prontos para lutar contra o que ou quem aparecer para nos impedir.
Soltem o vosso verdadeiro Poder. Sejam felizes!
Não se deixem ir abaixo como um castelo de cartas com um sopro de vento. Deixem as vossas cores interiores explodirem, e surpreendam-se a vocês próprios!
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Em Chamas, Apesar do Gelo que Me Rodeia
Regido neste momento pelos pensamentos:
1 - De quantas maneiras pode um coração ser mutilado e esperar-se que continue a bater?
2 - Gosto de pensar que certas coisas não importam nem contribuem para nada na minha vida. Resta saber se inconscientemente corresponde à realidade.
3 - Sei quem sou. Sei o que fiz. Sei o que quero fazer. O que os outros dizem e pensam não me interessa.
A Vida, em certos aspectos, assemelha-se a uma peça de teatro. O Mundo é o grande palco e as pessoas são os protagonistas.
Tal como num teatro, podem ocorrer erros, erros esses causados por uma só pessoa ou não, mas que afectam toda a equipa.
É nesses momentos que se vêem os bons actores: são aqueles que conseguem dar a volta à situação e ultrapassar o erro, fazendo com que este passe despercebido ou com que ele passe a fazer parte do guião.
Contudo, algum dia a peça tem que acabar, e com isto não me refiro à morte, isso é outro assunto sobre o qual não me vou debruçar agora.
Vai ter que haver um momento em que os actores por detrás das personagens aparecem, deixando a fantasia no seu devido lugar.
Quando é que isso acontece?
Não faço ideia...
Não conheço quem saiba também...
Neste preciso momento só conheço todas as tentativas de engano e falsidade (que conseguem o seu objectivo ou não - mais a segunda opção -, as contruções mais ou menos estratégicas para obter algo, ...) e o teatro propriamente dito (esse sim, eu aprecio bastante).
Quando é que as pessoas desistem e se tornam verdadeiras?
Aliás, primeiro, quando é que decidem tornar-se pessoas?
É por esta razão, entre outras claro, que o Mundo está como está. É por isso que eu cada vez gosto menos deste local, por culpa de quem nele habita.
Apesar desse facto, não pretendo desistir. Nunca.
Estou disposto a lutar tanto quanto possível contra o estado de tudo.
Determinação corre-me nas veias.
1 - De quantas maneiras pode um coração ser mutilado e esperar-se que continue a bater?
2 - Gosto de pensar que certas coisas não importam nem contribuem para nada na minha vida. Resta saber se inconscientemente corresponde à realidade.
3 - Sei quem sou. Sei o que fiz. Sei o que quero fazer. O que os outros dizem e pensam não me interessa.
A Vida, em certos aspectos, assemelha-se a uma peça de teatro. O Mundo é o grande palco e as pessoas são os protagonistas.
Tal como num teatro, podem ocorrer erros, erros esses causados por uma só pessoa ou não, mas que afectam toda a equipa.
É nesses momentos que se vêem os bons actores: são aqueles que conseguem dar a volta à situação e ultrapassar o erro, fazendo com que este passe despercebido ou com que ele passe a fazer parte do guião.
Contudo, algum dia a peça tem que acabar, e com isto não me refiro à morte, isso é outro assunto sobre o qual não me vou debruçar agora.
Vai ter que haver um momento em que os actores por detrás das personagens aparecem, deixando a fantasia no seu devido lugar.
Quando é que isso acontece?
Não faço ideia...
Não conheço quem saiba também...
Neste preciso momento só conheço todas as tentativas de engano e falsidade (que conseguem o seu objectivo ou não - mais a segunda opção -, as contruções mais ou menos estratégicas para obter algo, ...) e o teatro propriamente dito (esse sim, eu aprecio bastante).
Quando é que as pessoas desistem e se tornam verdadeiras?
Aliás, primeiro, quando é que decidem tornar-se pessoas?
É por esta razão, entre outras claro, que o Mundo está como está. É por isso que eu cada vez gosto menos deste local, por culpa de quem nele habita.
Apesar desse facto, não pretendo desistir. Nunca.
Estou disposto a lutar tanto quanto possível contra o estado de tudo.
Determinação corre-me nas veias.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Sol Debaixo das Nuvens
Hoje esteve imenso frio e chuva. Todas as pessoas se queixavam quando saiam de um edifício.
Contudo, hoje foi um dos dias mais luminosos e quentes da minha Vida!
Parece que a minha Sorte está finalmente a mudar. Decidi hoje dar mais atenção a pessoas desconhecidas à minha volta, e fiquei muitíssimo espantado quando reparei que era alvo de olhares atrevidos e comentários muito, muito positivos.
Senti-me super feliz, fartei-me de sorrir, rir, espalhar alegria pelo Mundo, e por aí fora.
Chegou a minha vez de ser feliz! Vou manter-me assim, vou obrigar o Mundo a deixar-me continuar a sorrir!
Façam o mesmo, espalhem mais sentimentos assim pelo planeta também!
Contudo, hoje foi um dos dias mais luminosos e quentes da minha Vida!
Parece que a minha Sorte está finalmente a mudar. Decidi hoje dar mais atenção a pessoas desconhecidas à minha volta, e fiquei muitíssimo espantado quando reparei que era alvo de olhares atrevidos e comentários muito, muito positivos.
Senti-me super feliz, fartei-me de sorrir, rir, espalhar alegria pelo Mundo, e por aí fora.
Chegou a minha vez de ser feliz! Vou manter-me assim, vou obrigar o Mundo a deixar-me continuar a sorrir!
Façam o mesmo, espalhem mais sentimentos assim pelo planeta também!
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Força Interior
Hoje irritei-me muitas vezes. E é algo que se tem prolongado um pouco.
Por que é que só agora estou a pensar no assunto? Oh, tenho bom controlo sobre mim, e tenho ignorado e contido as opiniões para mim.
Mas depois de tudo o que vi e vivi nos últimos tempos, posso dizer que as pessoas fazem certas coisas porque querem, querem ser bem vistas aos olhos dos amigos, nem que para isso tenham que agir como autênticos homens das cavernas (peço desculpa aos indivíduos desta espécie, é deveras um insulto para os pobres habitantes pré-históricos).
Se me permitem, vou citar resumidamente os dois principais eventos do dia que despontaram este desabafo.
1º- O primeiro passou-se na minha aula de Educação Física. Estamos a dar futebol, um desporto que não gosto particularmente, mas que apesar disso eu tento dar o meu melhor (que não é muito bom, eu sei) e tento acima de tudo aprender. Uma vez que eu não gosto desta prática, não treinei tanto como os meus colegas, logicamente. Enquanto eles treinavam, eu passava o tempo a fazer outras coisas que gosto mais.
Ora, chega a minha vez de avançar em campo, e sair da baliza, e é precisamente isso que eu faço. Vou para a frente e tento-me desmarcar, o que é ligeiramente mais fácil para mim por ser mais baixo e ágil que os meus colegas. Quando estou completamente disponível para me passarem e eu e a minha equipa podermos avançar, nada! Fico à espera, e vejo os da minha equipa a passarem uns aos outros com extrema dificuldade e a falhar redondamente!
O que fazer então? Ex: deixar então os "três" a jogarem sair, e ir-me sentar ao pé do professor.
Irritante, muito irritante... Raios, eu estava mesmo ali!!!
Mas pronto, aguento isso, compreendo um pouco, apesar de não ser o mais correcto.
A gota de água desta situação foi quando ouvi um dos da minha equipa dizer várias vezes que "estamos a jogar só com três", excluindo-me a mim e a um outro óptimo amigo, que também não é tão bom, mas que se esforça, tal qual como eu.
Quer dizer, eu estou ali, a postos e pronto, e é como se não existisse, e ainda dizem isto? Por favor, matem-se...
2º- Estava eu com a minha grande amiga recém-adquirida, mas melhor pessoa que muitos, quando uns rapazes passam ao pé de nós e falam uns insultos menores para mim, indirectamente, mas ainda assim insultos.
Que mal fiz eu para falarem de mim sem me conhecerem de lado nenhum, e sem saberem do que falam?
Revoltante, muito revoltante...
Por tudo isto, e mais alguns acontecimentos que, como eu disse, ignoro constantemente, decidi mudar.
A partir de hoje, as "bocas" que mandam vão ter consequências até deixarem de existir, bem como os boatos que eventualmente me venham ter.
A par dessa pequena, mas significativa mudança, decidi que vou mostrar mais aquilo que sou ao Mundo. Vou mostrar a minha força interior, e vou-me esfalfar a 300% para ser o melhor, e levar comigo aqueles que merecem. Acima de tudo, vou mudar as ideias erradas que têm de mim e daquilo/daqueles que me dizem respeito.
Estou farto das ideias erradas que têm sobre mim. Agora é a minha vez de brilhar!
Saiam-me do caminho!
Por que é que só agora estou a pensar no assunto? Oh, tenho bom controlo sobre mim, e tenho ignorado e contido as opiniões para mim.
Mas depois de tudo o que vi e vivi nos últimos tempos, posso dizer que as pessoas fazem certas coisas porque querem, querem ser bem vistas aos olhos dos amigos, nem que para isso tenham que agir como autênticos homens das cavernas (peço desculpa aos indivíduos desta espécie, é deveras um insulto para os pobres habitantes pré-históricos).
Se me permitem, vou citar resumidamente os dois principais eventos do dia que despontaram este desabafo.
1º- O primeiro passou-se na minha aula de Educação Física. Estamos a dar futebol, um desporto que não gosto particularmente, mas que apesar disso eu tento dar o meu melhor (que não é muito bom, eu sei) e tento acima de tudo aprender. Uma vez que eu não gosto desta prática, não treinei tanto como os meus colegas, logicamente. Enquanto eles treinavam, eu passava o tempo a fazer outras coisas que gosto mais.
Ora, chega a minha vez de avançar em campo, e sair da baliza, e é precisamente isso que eu faço. Vou para a frente e tento-me desmarcar, o que é ligeiramente mais fácil para mim por ser mais baixo e ágil que os meus colegas. Quando estou completamente disponível para me passarem e eu e a minha equipa podermos avançar, nada! Fico à espera, e vejo os da minha equipa a passarem uns aos outros com extrema dificuldade e a falhar redondamente!
O que fazer então? Ex: deixar então os "três" a jogarem sair, e ir-me sentar ao pé do professor.
Irritante, muito irritante... Raios, eu estava mesmo ali!!!
Mas pronto, aguento isso, compreendo um pouco, apesar de não ser o mais correcto.
A gota de água desta situação foi quando ouvi um dos da minha equipa dizer várias vezes que "estamos a jogar só com três", excluindo-me a mim e a um outro óptimo amigo, que também não é tão bom, mas que se esforça, tal qual como eu.
Quer dizer, eu estou ali, a postos e pronto, e é como se não existisse, e ainda dizem isto? Por favor, matem-se...
2º- Estava eu com a minha grande amiga recém-adquirida, mas melhor pessoa que muitos, quando uns rapazes passam ao pé de nós e falam uns insultos menores para mim, indirectamente, mas ainda assim insultos.
Que mal fiz eu para falarem de mim sem me conhecerem de lado nenhum, e sem saberem do que falam?
Revoltante, muito revoltante...
Por tudo isto, e mais alguns acontecimentos que, como eu disse, ignoro constantemente, decidi mudar.
A partir de hoje, as "bocas" que mandam vão ter consequências até deixarem de existir, bem como os boatos que eventualmente me venham ter.
A par dessa pequena, mas significativa mudança, decidi que vou mostrar mais aquilo que sou ao Mundo. Vou mostrar a minha força interior, e vou-me esfalfar a 300% para ser o melhor, e levar comigo aqueles que merecem. Acima de tudo, vou mudar as ideias erradas que têm de mim e daquilo/daqueles que me dizem respeito.
Estou farto das ideias erradas que têm sobre mim. Agora é a minha vez de brilhar!
Saiam-me do caminho!
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Mundo Estranho
Que Mundo mais estranho este em que vivemos... Parece que faz de propósito para chatear ou algo do género...
Para onde quer que olhe, aparecem-me coisas à frente que não me agradam por já estar tão farto de pensar nelas ou simplesmente por não gostar de me lembrar.
Por exemplo, nos últimos dias para onde vá no liceu, encontro sempre pessoas do passado que nunca deviam ter existido, casais a expressarem sentimentos, e por aí fora...
Porra, já não me basta estar a sofrer a influência da mundança de lua que me põe a mim e aos outros mais rabugento, ainda tenho que ser constantemente relembrado destas coisas que, apesar de eu não deixar, conseguem sempre tocar-me um pouco na Alma...
Enfim, que remédio tenho eu para além de aguentar, não é?
Como os mais velhos e experientes dizer, é aguentar e cara alegre (ao que eu acrescento, cara e todo o resto de mim alegre)!
Para onde quer que olhe, aparecem-me coisas à frente que não me agradam por já estar tão farto de pensar nelas ou simplesmente por não gostar de me lembrar.
Por exemplo, nos últimos dias para onde vá no liceu, encontro sempre pessoas do passado que nunca deviam ter existido, casais a expressarem sentimentos, e por aí fora...
Porra, já não me basta estar a sofrer a influência da mundança de lua que me põe a mim e aos outros mais rabugento, ainda tenho que ser constantemente relembrado destas coisas que, apesar de eu não deixar, conseguem sempre tocar-me um pouco na Alma...
Enfim, que remédio tenho eu para além de aguentar, não é?
Como os mais velhos e experientes dizer, é aguentar e cara alegre (ao que eu acrescento, cara e todo o resto de mim alegre)!
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