"It's just a spark, but it's enough to keep me going..." - Paramore - "Last Hope"
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O Mundo é complicado.
A Vida é complicada.
Resumindo: Tudo é complicado...
Perdem-se oportunidades, ganham-se outras, mas no final... nenhuma é certa...
E nenhuma é clara também, não se sabe o rumo que irá existir amanhã.
Poderá haver uma minúscula luz ali ao fundo?...
Vamos ver...
terça-feira, 11 de junho de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Solidão e Combates e Melhorias
Tive uns dias muito bons durante esta última semana.
"Incríveis" é a palavra que melhor os define.
Diverti-me imenso, passei muito tempo com bons amigos, conheci muitas pessoas novas, conheci muitas pessoas "antigas" de formas novas...
Mas já todos sabemos que tudo o que é bom acaba depressa.
Voltam os dias ocupados de trabalho e responsabilidade, perde-se o tempo para as diversões...
E regressam algumas emoções de outrora, menos positivas.
Esta noite é isso que está a acontecer.
Não consigo dormir (e não é só pelos horários trocados da última semana, em que as noites eram os meus dias).
Não consigo dormir porque sinto a falta de algo.
Sinto-me sozinho.
Sozinho num sentido demasiado abrangente.
Sinto que, neste momento, só posso contar comigo mesmo.
Não há ninguém à minha volta.
Sou só Eu e a minha Vontade e a minha Força.
E temo que não me aguente sozinho.
Temo que me abata sobre mim mesmo.
Tenho uma Chama em mim para combater isso?
É claro que tenho! Mais brilhante que o sol!
Mas será que estou no lado iluminado da Vida?
Será que estou a viver o Dia?
Ou será que agora é Noite aqui onde estou, e a minha Chama não brilha o suficiente?
Quero mudar de Rumo.
Para isso, irei mudar a minha Atitude.
Melhorar.
Irei mudar o meu estilo de vida.
Irei para o Combate.
Não quero armas no sítio para onde vou.
Eu e a minha Chama teremos que bastar.
"Incríveis" é a palavra que melhor os define.
Diverti-me imenso, passei muito tempo com bons amigos, conheci muitas pessoas novas, conheci muitas pessoas "antigas" de formas novas...
Mas já todos sabemos que tudo o que é bom acaba depressa.
Voltam os dias ocupados de trabalho e responsabilidade, perde-se o tempo para as diversões...
E regressam algumas emoções de outrora, menos positivas.
Esta noite é isso que está a acontecer.
Não consigo dormir (e não é só pelos horários trocados da última semana, em que as noites eram os meus dias).
Não consigo dormir porque sinto a falta de algo.
Sinto-me sozinho.
Sozinho num sentido demasiado abrangente.
Sinto que, neste momento, só posso contar comigo mesmo.
Não há ninguém à minha volta.
Sou só Eu e a minha Vontade e a minha Força.
E temo que não me aguente sozinho.
Temo que me abata sobre mim mesmo.
Tenho uma Chama em mim para combater isso?
É claro que tenho! Mais brilhante que o sol!
Mas será que estou no lado iluminado da Vida?
Será que estou a viver o Dia?
Ou será que agora é Noite aqui onde estou, e a minha Chama não brilha o suficiente?
Quero mudar de Rumo.
Para isso, irei mudar a minha Atitude.
Melhorar.
Irei mudar o meu estilo de vida.
Irei para o Combate.
Não quero armas no sítio para onde vou.
Eu e a minha Chama teremos que bastar.
quinta-feira, 28 de março de 2013
O Que Resta De Mim
Custará assim tanto?
Será mesmo assim tão difícil?
Porquê demorar tanto tempo?
Há já algum tempo que perdi o controlo sobre mim.
Mudei.
Mudei de uma forma que não queria.
Para um estado que não me agrada.
Sinto a vontade e a urgência de voltar a ser quem sempre fui, de ganhar o controlo novamente...
...
Mas nada acontece...
Cada vez mais me afundo nesta mistura errada de emoções e acontecimentos.
Quero tanto mover-me na direcção certa novamente!
Tanto! Tanto! Mas tanto!
Haverá alguma seta oculta por baixo dos meus pés, que me permita encontrar o rumo?
Haverá algum fósforo caído ao meu lado, que me permita acender a minha Chama novamente?
Haverá ainda alguma coisa que valha a pena?
Algo que não seja superficial?
Que não seja passageiro?
Vou começar a colar cartazes na rua...
Vão dizer:
"Procura-se Controlo. Perdi O Meu."
Será mesmo assim tão difícil?
Porquê demorar tanto tempo?
Há já algum tempo que perdi o controlo sobre mim.
Mudei.
Mudei de uma forma que não queria.
Para um estado que não me agrada.
Sinto a vontade e a urgência de voltar a ser quem sempre fui, de ganhar o controlo novamente...
...
Mas nada acontece...
Cada vez mais me afundo nesta mistura errada de emoções e acontecimentos.
Quero tanto mover-me na direcção certa novamente!
Tanto! Tanto! Mas tanto!
Haverá alguma seta oculta por baixo dos meus pés, que me permita encontrar o rumo?
Haverá algum fósforo caído ao meu lado, que me permita acender a minha Chama novamente?
Haverá ainda alguma coisa que valha a pena?
Algo que não seja superficial?
Que não seja passageiro?
Vou começar a colar cartazes na rua...
Vão dizer:
"Procura-se Controlo. Perdi O Meu."
sábado, 8 de dezembro de 2012
Vou Dormir, Estou Cansado Deste Dia, Preciso De Um Novo
"I don't fall in love for fun!" ; "Tomorrow might be too late..." - Frases retiradas do filme Brokeback Mountain
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Não consigo...
Tanto estou perto, como me volto a afastar...
O maldito vai e vem não pára nunca, parece que goza comigo, numa roda eterna.
Quando vejo algumas Luzes de Mudança no horizonte, algo que me poderá eventualmente fazer sentir melhor aqui, começa a chover, a nevar, ... a escurecer...
E então voltam os pesadelos, aqueles que consigo sentir na pele, com tanta força que chegam até à Alma...
Os meus dias têm sido de sofrimento, um sofrimento meramente físico, que se resume aos problemas do meu Corpo, como aqueles que tenho no joelho, nas costas, e por aí adiante...
Têm sido dores normais?
Raios, não!
Não me lembro de ter sentido este tipo de dores nos últimos anos.
Mas isso importa agora?
Raios, não!
Mais forte que isso é aquele espaço que sinto no meu peito.
Que nunca fica preenchido, por mais Esperança que eu crie.
Aquele buraco que está cravado em mim, que me diz que existe algo que necessito mais que tudo neste momento...
Aquele sentimento que começa a escassear em mim, que continua a provocar gritos de desespero por todo o meu corpo...
E já começo a ficar sem voz para continuar esses gritos...
Não mereço nada?
Ainda não chegou disto?
Quanto tempo tenho que esperar mais?
Que tenho de procurar mais?
O que tenho que fazer para isto mudar?
Instruções, precisam-se...
... Urgentemente...
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Não consigo...
Tanto estou perto, como me volto a afastar...
O maldito vai e vem não pára nunca, parece que goza comigo, numa roda eterna.
Quando vejo algumas Luzes de Mudança no horizonte, algo que me poderá eventualmente fazer sentir melhor aqui, começa a chover, a nevar, ... a escurecer...
E então voltam os pesadelos, aqueles que consigo sentir na pele, com tanta força que chegam até à Alma...
Os meus dias têm sido de sofrimento, um sofrimento meramente físico, que se resume aos problemas do meu Corpo, como aqueles que tenho no joelho, nas costas, e por aí adiante...
Têm sido dores normais?
Raios, não!
Não me lembro de ter sentido este tipo de dores nos últimos anos.
Mas isso importa agora?
Raios, não!
Mais forte que isso é aquele espaço que sinto no meu peito.
Que nunca fica preenchido, por mais Esperança que eu crie.
Aquele buraco que está cravado em mim, que me diz que existe algo que necessito mais que tudo neste momento...
Aquele sentimento que começa a escassear em mim, que continua a provocar gritos de desespero por todo o meu corpo...
E já começo a ficar sem voz para continuar esses gritos...
Não mereço nada?
Ainda não chegou disto?
Quanto tempo tenho que esperar mais?
Que tenho de procurar mais?
O que tenho que fazer para isto mudar?
Instruções, precisam-se...
... Urgentemente...
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Há Momentos Em Que Devia Manter Os Olhos Fechados...
Dias atarefados, é a melhor descrição para os últimos meses.
Cheios de tarefas, trabalho, correrias, organizações para fazer...
E acima de tudo, dias sem tempo para eu poder parar um pouco, pensar, reflectir, e relembrar.
Positivo ou não? Não sei se o é...
A verdade é que gostaria de poder parar mais vezes por uns minutos, poder respirar fundo e voltar a ser Humano, mas por outro lado, quando o faço, só me vêm à cabeça coisas que não devem...
Hoje foi um desses dias.
Tarde de trabalho, bastante produtiva, em grupo e tudo.
Mas depois do jantar, consegui parar, passear pela internet e ver um filme, sozinho, no meu quarto.
Agora, passados escassos minutos do final do filme, concluo que tenho saudades...
Saudades do tempo que já lá vai.
Daquele tempo que não me fez bem nenhum, mas que me moldou para o Ser que eu sou hoje.
Neste pouco tempo revivi inúmeros momentos, nada em particular, apenas ideias soltas do que Fui e do que Sou.
E, tomando tudo isso em conta, não tenho sido muito correcto.
Comigo.
Com os outros.
Ando a enganar-me e a iludir algumas pessoas.
A verdade é que sinto coisas diferentes do que as que dou a entender.
E faço-o porque não quero causar sofrimento a ninguém.
Mas acabo por provocá-lo...
... em mim mesmo.
Nestes últimos minutos, vi fotos de pessoas do passado, com quem vivi momentos muito curtos, mas também bastante significativos.
Momentos que, agora, preferia que não tivessem existido.
Estou a reviver um sentimento oco por dentro, um sentimento que me diz: "Algo te falta na mesma...".
E eu sei o que é que não tenho.
Mas para o conseguir, deixarei um rasto de dor em pessoas e locais que não o merecem de todo.
E não sou capaz de o fazer agora...
Simplesmente não tenho coragem...
Terei que arranjar-me.
Sim, terei que ser o causador dessa dor.
Isto porque eu quero que a minha Voz seja honesta.
Não quero ser normal.
Quero ser eu mesmo de novo.
Sem problemas.
Sem sentimentos de vazio.
Quero resolver as situações pendentes.
Ainda que me custe...
Cheios de tarefas, trabalho, correrias, organizações para fazer...
E acima de tudo, dias sem tempo para eu poder parar um pouco, pensar, reflectir, e relembrar.
Positivo ou não? Não sei se o é...
A verdade é que gostaria de poder parar mais vezes por uns minutos, poder respirar fundo e voltar a ser Humano, mas por outro lado, quando o faço, só me vêm à cabeça coisas que não devem...
Hoje foi um desses dias.
Tarde de trabalho, bastante produtiva, em grupo e tudo.
Mas depois do jantar, consegui parar, passear pela internet e ver um filme, sozinho, no meu quarto.
Agora, passados escassos minutos do final do filme, concluo que tenho saudades...
Saudades do tempo que já lá vai.
Daquele tempo que não me fez bem nenhum, mas que me moldou para o Ser que eu sou hoje.
Neste pouco tempo revivi inúmeros momentos, nada em particular, apenas ideias soltas do que Fui e do que Sou.
E, tomando tudo isso em conta, não tenho sido muito correcto.
Comigo.
Com os outros.
Ando a enganar-me e a iludir algumas pessoas.
A verdade é que sinto coisas diferentes do que as que dou a entender.
E faço-o porque não quero causar sofrimento a ninguém.
Mas acabo por provocá-lo...
... em mim mesmo.
Nestes últimos minutos, vi fotos de pessoas do passado, com quem vivi momentos muito curtos, mas também bastante significativos.
Momentos que, agora, preferia que não tivessem existido.
Estou a reviver um sentimento oco por dentro, um sentimento que me diz: "Algo te falta na mesma...".
E eu sei o que é que não tenho.
Mas para o conseguir, deixarei um rasto de dor em pessoas e locais que não o merecem de todo.
E não sou capaz de o fazer agora...
Simplesmente não tenho coragem...
Terei que arranjar-me.
Sim, terei que ser o causador dessa dor.
Isto porque eu quero que a minha Voz seja honesta.
Não quero ser normal.
Quero ser eu mesmo de novo.
Sem problemas.
Sem sentimentos de vazio.
Quero resolver as situações pendentes.
Ainda que me custe...
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Basta!
Estou mesmo muito chateado hoje.
Acordei pronto para um dia de trabalho, cheio de vontade de
estudar para os testes que se avizinham.
Mas nunca nada corre como eu gostaria que acontecesse…
Tive um dia em que fiz literalmente nada, e não foi por
minha culpa.
Tive um dia deitado ao lixo, um dia em que não produzi nada
para mim próprio porque os outros não se mexem minimamente, não se aplicam, e
portanto vejo-me obrigado a compensar isso, e a deixar a minha vida de parte.
Mas não mais.
Acabou.
Fartei-me.
Se querem coisas feitas agora, façam-nas vocês mesmos.
Estou de greve para vocês.
Até um dia em que eu veja que vale a pena voltar.
Fui.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Mundos Desequilibrados, Sonhos Desfeitos
No outro dia sonhei...
Há muito tempo que não me acontecia, isto de sonhar e lembrar me do sonho...
Normalmente só acontece quando é um daqueles sonhos em que eu acabo a morrer, depois de cair de uma ravina de carro, ou depois de o elevador ficar solto dos cabos e explodir...
Aconteceu no dia em que me apercebi que já podia largar a Tristeza que nos últimos dias me tem afectado.
Resolveram-se os problemas, e parece que o meu corpo decidiu libertar o sonho, provavelmente por achar que seria bom viver aquilo pelo menos uma vez...
No sonho eu estava num sítio desconhecido.
Lembro-me vagamente de haver uma espécie de ponte de madeira, com muitas pessoas desconhecidas à volta, a gritar por mim, e pela bandeira que eu trazia como identificação do meu país, do nosso Portugal.
Mas o essencial não era o local, que não era obviamente o lugar oficial da vida real...
No entanto, era um sonho, o sítio não era o que chamava a atenção.
O que importava era a sensação que me deu, mesmo depois de ter acordado...
Naquele lugar estavam a acontecer os Jogos Olímpicos, uma versão irreal e fora de horário.
E eu estava a participar neles. A competir.
E depois de dar a minha prestação, que infelizmente não me recordo, tinha ganho.
Lembro-me de andar com a pequena bandeira moldada e desenhada numa miniatura de ferro, que cabia no bolso, na minha mão, a mostrar ao público, que me aplaudia.
Lembro-me da medalha ao meu peito, a brilhar, a mostrar o orgulho no meu trabalho.
E lembro-me principalmente das lágrimas.
Lágrimas de alegria por ter seguido o meu Sonho dentro daquele sonho.
De ter competido ao mais alto nível, e ter conseguido algo com isso.
As lágrimas foram o que mais me marcou, porque a Felicidade que me enchia era tão, mas tão grande naquele sonho, que passaram para o mundo real como lágrimas de Tristeza.
Por ter sido só um sonho.
Por não ter sido real, nem ter estado perto da realidade.
Isto porque, na verdade, eu nem sequer posso treinar, quanto mais competir...
Nunca poderei chegar àquele nível.
Nunca poderei sentir aquele tipo de Felicidade, aquela intensidade.
Sei que nunca nada se irá igualar àquilo, mesmo sendo em sonhos.
Não sem apoios.
Não sem locais minimamente equipados ao meu alcance.
Não sem dinheiro.
Mas o Mundo é mesmo assim, não é?
Feito de Sonhos destroçados.
Com pessoas que, com tanto Poder, só se preocupam com os seus, e destroem as possibilidades daqueles que estão na base do País.
Pessoas a quem bastaria dar a oportunidade, sem necessidade de gastar verbas em nada, uma vez que as condições já existem.
Já existem, sim, e bem perto, mas estão fechadas, interditas.
Acessíveis só a quem pode. A quem tem dinheiro...
Enfim, de Sonhos Desfeitos está o Mundo cheio, não é verdade?
Para quê preocuparmo-nos com mais um?
Há muito tempo que não me acontecia, isto de sonhar e lembrar me do sonho...
Normalmente só acontece quando é um daqueles sonhos em que eu acabo a morrer, depois de cair de uma ravina de carro, ou depois de o elevador ficar solto dos cabos e explodir...
Aconteceu no dia em que me apercebi que já podia largar a Tristeza que nos últimos dias me tem afectado.
Resolveram-se os problemas, e parece que o meu corpo decidiu libertar o sonho, provavelmente por achar que seria bom viver aquilo pelo menos uma vez...
No sonho eu estava num sítio desconhecido.
Lembro-me vagamente de haver uma espécie de ponte de madeira, com muitas pessoas desconhecidas à volta, a gritar por mim, e pela bandeira que eu trazia como identificação do meu país, do nosso Portugal.
Mas o essencial não era o local, que não era obviamente o lugar oficial da vida real...
No entanto, era um sonho, o sítio não era o que chamava a atenção.
O que importava era a sensação que me deu, mesmo depois de ter acordado...
Naquele lugar estavam a acontecer os Jogos Olímpicos, uma versão irreal e fora de horário.
E eu estava a participar neles. A competir.
E depois de dar a minha prestação, que infelizmente não me recordo, tinha ganho.
Lembro-me de andar com a pequena bandeira moldada e desenhada numa miniatura de ferro, que cabia no bolso, na minha mão, a mostrar ao público, que me aplaudia.
Lembro-me da medalha ao meu peito, a brilhar, a mostrar o orgulho no meu trabalho.
E lembro-me principalmente das lágrimas.
Lágrimas de alegria por ter seguido o meu Sonho dentro daquele sonho.
De ter competido ao mais alto nível, e ter conseguido algo com isso.
As lágrimas foram o que mais me marcou, porque a Felicidade que me enchia era tão, mas tão grande naquele sonho, que passaram para o mundo real como lágrimas de Tristeza.
Por ter sido só um sonho.
Por não ter sido real, nem ter estado perto da realidade.
Isto porque, na verdade, eu nem sequer posso treinar, quanto mais competir...
Nunca poderei chegar àquele nível.
Nunca poderei sentir aquele tipo de Felicidade, aquela intensidade.
Sei que nunca nada se irá igualar àquilo, mesmo sendo em sonhos.
Não sem apoios.
Não sem locais minimamente equipados ao meu alcance.
Não sem dinheiro.
Mas o Mundo é mesmo assim, não é?
Feito de Sonhos destroçados.
Com pessoas que, com tanto Poder, só se preocupam com os seus, e destroem as possibilidades daqueles que estão na base do País.
Pessoas a quem bastaria dar a oportunidade, sem necessidade de gastar verbas em nada, uma vez que as condições já existem.
Já existem, sim, e bem perto, mas estão fechadas, interditas.
Acessíveis só a quem pode. A quem tem dinheiro...
Enfim, de Sonhos Desfeitos está o Mundo cheio, não é verdade?
Para quê preocuparmo-nos com mais um?
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Estranho Solitário
O meu corpo tornou-se estranho para mim.
Ficou frio. Morto.
Mas irei activá-lo de novo.
Pôr o meu sangue de fogo a correr novamente.
Já começou a aquecer, até.
E quando todo eu for uma Chama Ardente, nada me parará de novo.
Cada corte em mim, que me fazem agora, ou fizeram nos últimos tempos, que ainda não fecharam, só irá soltar línguas de fogo, espalhando a minha Força, como se de um incêndio se tratasse.
Espero apenas que o fogo aumente rapidamente, porque a cada momento que passa, algo me faz mais um corte...
Não explico o quê ao certo, mas ando a ser muito afectado com atitudes de muita gente...
Não quero mais dor.
Quero Fogo.
Ficou frio. Morto.
Mas irei activá-lo de novo.
Pôr o meu sangue de fogo a correr novamente.
Já começou a aquecer, até.
E quando todo eu for uma Chama Ardente, nada me parará de novo.
Cada corte em mim, que me fazem agora, ou fizeram nos últimos tempos, que ainda não fecharam, só irá soltar línguas de fogo, espalhando a minha Força, como se de um incêndio se tratasse.
Espero apenas que o fogo aumente rapidamente, porque a cada momento que passa, algo me faz mais um corte...
Não explico o quê ao certo, mas ando a ser muito afectado com atitudes de muita gente...
Não quero mais dor.
Quero Fogo.
Para Quê?
Começo a sentir partes de mim a serem desligadas contra a minha vontade.
Ou será a favor dela?
Já não sei o que se passa...
Não sei se devo voltar a fechar-me, a proteger-me de tudo, ao terreno seguro que me permite apenas observar, ou se devo combater essa tendência e obter o que eu quero.
Ter algo verdadeiro, pelo menos uma vez.
Tento ajudar quem não confia em mim de verdade, os meus "Amigos Recentes", mas eles preferem não falar comigo até tudo estar bem de novo (pensava que eu estava cá para ajudar em todas as situações, mas parece que estou enganado, para variar... Ainda não devo ser capaz de pensar)...
Tento sorrir, mas uma vez que estou sozinho, sorrio para quem? Para quê?
Não minto, nem a pessoas nem a mim mesmo, portanto não irei esconder o que vai no meu interior. Ou o que não existe lá. Como sempre aconteceu.
Não sou de ninguém.
Não tenho que dar justificações.
Não tenho que fingir.
Não vou ser quem não quero ser.
Não vou ser quem não sou.
Apenas vou ser um Humano.
Simples, desiludido...
... Normal.
Ou será a favor dela?
Já não sei o que se passa...
Não sei se devo voltar a fechar-me, a proteger-me de tudo, ao terreno seguro que me permite apenas observar, ou se devo combater essa tendência e obter o que eu quero.
Ter algo verdadeiro, pelo menos uma vez.
Tento ajudar quem não confia em mim de verdade, os meus "Amigos Recentes", mas eles preferem não falar comigo até tudo estar bem de novo (pensava que eu estava cá para ajudar em todas as situações, mas parece que estou enganado, para variar... Ainda não devo ser capaz de pensar)...
Tento sorrir, mas uma vez que estou sozinho, sorrio para quem? Para quê?
Não minto, nem a pessoas nem a mim mesmo, portanto não irei esconder o que vai no meu interior. Ou o que não existe lá. Como sempre aconteceu.
Não sou de ninguém.
Não tenho que dar justificações.
Não tenho que fingir.
Não vou ser quem não quero ser.
Não vou ser quem não sou.
Apenas vou ser um Humano.
Simples, desiludido...
... Normal.
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