"There's no such thing as normal [...]
Life is this big, fat, gigantic, stinking mess. But that's the beauty of it too. Whatever you do, I support you.
Either way, you win. And also, either way, there's something that you lose.
What can I say, baby? True love is a bitch." - If I Stay (2014)
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Não sei ao certo o que se passa comigo.
Não estou triste. Não estou feliz.
Estou cansado. Tenho vontade de fazer mais.
Não sou de filmes lamechas nem tristes. Hoje tive que rever um dos melhores filmes alguma vez feitos, o único que alguma vez me tirou uma lágrima.
Há meses que não vinha aqui. É a segunda vez esta semana.
Nestes momentos em que paro um bocado só consigo pensar numa coisa: "Gostava de poder voltar ao normal".
Mas depois penso um pouco mais, e não sei o que é normal para mim. E agora acrescento a isso: "Existe sequer um normal para mim?"
Estou numa fase em que gosto do que faço, sinto-me bem comigo mesmo, mas ao mesmo tempo não consigo aproveitar a vida à minha volta e ser feliz.
E começo a imaginar-me em cenários improváveis. Diria até completamente irrealista.
Imagino o quanto sinto a falta de algo que reneguei completamente em mim.
Imagino como seria ter um suporte ao fim do dia, um daqueles a sério, do tipo que nunca senti realmente, agora que penso nisso.
Um suporte que esteja lá sempre que necessário, incondicionalmente. Um a quem possa retribuir com tudo o que tenho também.
Um que me faça ganhar ou perder, e que no final nada mais importe. Apenas a presença e a existência.
A minha. A tua, quem quer que sejas. Se é que existes.
No fim de imaginar tudo, concluo: "Será que quero sequer mandar-me aos lobos?"
A última vez saí estraçalhado. E ainda tenho pedaços meus por apanhar.
E concluo ainda que o normal a que quero voltar nunca existiu realmente. Porque o meu atual é parte do normal que quero para mim.
E o que falta para o resto do normal está a ser encarcerado por mim, que continua a puxar as rédeas a mim mesmo.
E tenho medo de me deixar ir. De voltar ao Mundo.
De me atirar aos lobos.
Tenho medo.
Não tenho um suporte.
Incondicional. Esporádico. Visível. Não. Não existe nenhum desses.
Devo fazê-lo?
Eu quero. Mas não quero.
Eu sinto que preciso. Mas sinto-me bem assim. Mas sinto-me mal assim.
Sinto sequer? Ou imagino apenas?
Não sei nada.
Sei que não perco e não ganho nada. Sei que a vida é uma treta às vezes, e incrível nas outras, e que pelo meio ando à deriva.
Os remos estão pousados.
Posso pegar num.
Pegas no outro?
quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
Fantasma do Novo Mundo
Ghosting.
Uma daquelas novas palavras que se usam agora, e que aprendi hoje.
Significa cortar os meios de comunicação com alguém sem aviso prévio, e com máximo desprezo pelas tentativas de restabelecimento de contacto.
Não sou propriamente velho, mas também não é uma palavra que queira incluir no meu vocabulário, mas acho que consigo adaptá-la a minha vida atual, dando-lhe um significado à minha maneira.
Interpreto esta expressão como o sentimento de ficar desconectado de algo, não necessariamente de alguém, intencionalmente, e sem tentativa de estabelecimento de contacto, temporária ou permanentemente.
Porquê a importância deste assunto? Porque é um bocado o que sinto neste momento.
Sinto que o mundo me está a fazer ghosting. As pessoas que me rodeiam me deixam e fazem ghosting até lhes apetecer. Ou se calhar até sou eu que estou a fazer ghosting com tudo à minha volta.
Estou a tentar reconectar-me comigo mesmo há já algum tempo, mas sinto um bloqueio dentro de mim que não consigo desfazer nem explicar. E esse bloqueio tem um vazio, antes e depois dele, e eu não sei de onde ele surgiu.
E não sei sequer porque o bloqueio me incomoda, se nada além de vazio tem para bloquear.
E agora que tenho uma definição para este conceito estranho e intemporal, sinto que isso é parte do problema.
Sinto-me sozinho. Abandonado. Por tempo indeterminado. Desconectado de tudo e todos. Com várias tentativas da minha parte de restabelecer contacto, mas sem obter uma única resposta.
E sinceramente, já não sei para onde lançar mais pedidos.
E eu tentei. Recentemente. Com pouca força, possivelmente, mas tentei.
Acho que não fui claro o suficiente, ou não me quiseram perceber.
Poderei tentar novamente amanhã, num novo dia...
... mas quem irá garantir que não serei outro fantasma desse mundo novo?
Uma daquelas novas palavras que se usam agora, e que aprendi hoje.
Significa cortar os meios de comunicação com alguém sem aviso prévio, e com máximo desprezo pelas tentativas de restabelecimento de contacto.
Não sou propriamente velho, mas também não é uma palavra que queira incluir no meu vocabulário, mas acho que consigo adaptá-la a minha vida atual, dando-lhe um significado à minha maneira.
Interpreto esta expressão como o sentimento de ficar desconectado de algo, não necessariamente de alguém, intencionalmente, e sem tentativa de estabelecimento de contacto, temporária ou permanentemente.
Porquê a importância deste assunto? Porque é um bocado o que sinto neste momento.
Sinto que o mundo me está a fazer ghosting. As pessoas que me rodeiam me deixam e fazem ghosting até lhes apetecer. Ou se calhar até sou eu que estou a fazer ghosting com tudo à minha volta.
Estou a tentar reconectar-me comigo mesmo há já algum tempo, mas sinto um bloqueio dentro de mim que não consigo desfazer nem explicar. E esse bloqueio tem um vazio, antes e depois dele, e eu não sei de onde ele surgiu.
E não sei sequer porque o bloqueio me incomoda, se nada além de vazio tem para bloquear.
E agora que tenho uma definição para este conceito estranho e intemporal, sinto que isso é parte do problema.
Sinto-me sozinho. Abandonado. Por tempo indeterminado. Desconectado de tudo e todos. Com várias tentativas da minha parte de restabelecer contacto, mas sem obter uma única resposta.
E sinceramente, já não sei para onde lançar mais pedidos.
E eu tentei. Recentemente. Com pouca força, possivelmente, mas tentei.
Acho que não fui claro o suficiente, ou não me quiseram perceber.
Poderei tentar novamente amanhã, num novo dia...
... mas quem irá garantir que não serei outro fantasma desse mundo novo?
domingo, 20 de maio de 2018
O Caos do Meu Mundo
Quais são os sintomas da loucura?
Não vou pesquisar no google, porque o resultado vai sair completamente ao lado de certeza, mas sinto que é isso que eu tenho.
Passou tanto tempo. Resolvi na minha cabeça as coisas tantas vezes. Fechei o assunto.
E, no entanto, ao fim deste tempo de descanso do assunto, decidiste entrar na minha cabeça inúmeras vezes este mês.
Eu não sei o que fazer, só me sinto sem controlo de todos os aspetos da minha vida, e controlo era aquilo que antes era o meu ponto forte.
Como conseguirei voltar ao que era?
Sinto-me perdido nas minhas próprias tretas, o mundo à minha volta parece estar a rodar desenfreadamente, o ruído do dia-a-dia é insuportável. E agora retornas, ao fim de tantas vezes já te ter renunciado.
Quero cortar essa linha que me prende a tanta coisa, quero voltar ao silêncio.
Quero voltar ao caos de antigamente, não a esta desordem sem sentido e contínua.
Tenho os ingredientes para estar bem, e, contudo, estou no meu pior estado desde que tenho memória.
Os meus amigos, a quem ajudei e ajudo com todo o gosto e sem esperar nada em troca a não ser amizade, ignoram-me quando realmente preciso.
Afinal com o que é que posso contar neste mundo?
Achei que um dia iria haver o outro lado da balança, mas cada vez o futuro parece pender mais para o lado sombrio.
Não sei mesmo o que fazer mais.
Vou-me deitar, voltar à rotina amanhã, nesta que é a semana em que entro no quarto de século desde que nasci.
Ler uns capítulos.
Meditar, fechar os olhos, alinhar-me com o que ainda estiver em equilíbrio aqui dentro.
Pode ser que surja alguma iluminação.
E que este desabafo faça sentido amanhã.
Ou que tenha valido a pena.
Boa noite.
Não vou pesquisar no google, porque o resultado vai sair completamente ao lado de certeza, mas sinto que é isso que eu tenho.
Passou tanto tempo. Resolvi na minha cabeça as coisas tantas vezes. Fechei o assunto.
E, no entanto, ao fim deste tempo de descanso do assunto, decidiste entrar na minha cabeça inúmeras vezes este mês.
Eu não sei o que fazer, só me sinto sem controlo de todos os aspetos da minha vida, e controlo era aquilo que antes era o meu ponto forte.
Como conseguirei voltar ao que era?
Sinto-me perdido nas minhas próprias tretas, o mundo à minha volta parece estar a rodar desenfreadamente, o ruído do dia-a-dia é insuportável. E agora retornas, ao fim de tantas vezes já te ter renunciado.
Quero cortar essa linha que me prende a tanta coisa, quero voltar ao silêncio.
Quero voltar ao caos de antigamente, não a esta desordem sem sentido e contínua.
Tenho os ingredientes para estar bem, e, contudo, estou no meu pior estado desde que tenho memória.
Os meus amigos, a quem ajudei e ajudo com todo o gosto e sem esperar nada em troca a não ser amizade, ignoram-me quando realmente preciso.
Afinal com o que é que posso contar neste mundo?
Achei que um dia iria haver o outro lado da balança, mas cada vez o futuro parece pender mais para o lado sombrio.
Não sei mesmo o que fazer mais.
Vou-me deitar, voltar à rotina amanhã, nesta que é a semana em que entro no quarto de século desde que nasci.
Ler uns capítulos.
Meditar, fechar os olhos, alinhar-me com o que ainda estiver em equilíbrio aqui dentro.
Pode ser que surja alguma iluminação.
E que este desabafo faça sentido amanhã.
Ou que tenha valido a pena.
Boa noite.
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
A Minha Natureza
Não sei o que tem sido a causa, mas tenho a certeza que a Natureza tem estado por detrás de tudo.
Qual Natureza ao certo, eu também não sei, mas uma delas deve ser. A Mãe Natureza, gentil e implacável, ou talvez a Natureza Animal, governada pelos instintos e irracional, ou quiçá a própria Natureza Humana, consciente e persistentemente em sofrimento.
O que eu sei é que ela fez o seu trabalho mais eficiente: o de encontrar o meu ponto mais fraco, nos momentos em que menos esperava.
Tiros certeiros na barragem, naqueles pontos que se propagam em rachadelas ameaçantes, e que um dia se juntam umas com as outras e fazem a água transbordar e inundar todos os vales circundantes.
E de cada vez que a água transborda, o humano constrói a barragem um pouco mais abaixo, para tentar parar e aguentar um pouco mais, mas eventualmente a Natureza reclama o que é seu.
E é isso que eu sinto neste momento, e que senti nas últimas semanas (quiçá meses), sem me ter apercebido ao certo do que se tratava.
De cada vez que a barragem foi abaixo, menos material era usado na barragem seguinte.
Um bocado de mim é arrancado por mim mesmo, para tentar curar um pouco mais rápido a dor, mas isso deixa cada vez menos bocados por arrancar.
E para evitar isso, obrigo-me a parar de sentir, obrigo-me a ser vazio e gelado.
E eu estou farto de estar e ser assim.
Eu não era assim, eu era capaz de sentir algo mais além de vazio e raiva e mágoa.
Eu gostava de poder recuperar o controlo da vida que me foi dada, e que apenas irei ter em meu poder uma vez.
Sei que não posso deixar que a tua perda e a dor da Alma do passado tenham as rédeas sobre mim, mas eu já não sei o que fazer.
Estou deitado desde que cheguei a casa do trabalho, e só quero conseguir desligar e voltar ao que era.
Natureza, podemos fazer isso?
Eu quero, só não tenho energia.
Tu queres, mas também não a tens.
Natureza, deita-te comigo e vamos ficar a olhar para este ecrã os dois...
Pode ser que consigamos.
Qual Natureza ao certo, eu também não sei, mas uma delas deve ser. A Mãe Natureza, gentil e implacável, ou talvez a Natureza Animal, governada pelos instintos e irracional, ou quiçá a própria Natureza Humana, consciente e persistentemente em sofrimento.
O que eu sei é que ela fez o seu trabalho mais eficiente: o de encontrar o meu ponto mais fraco, nos momentos em que menos esperava.
Tiros certeiros na barragem, naqueles pontos que se propagam em rachadelas ameaçantes, e que um dia se juntam umas com as outras e fazem a água transbordar e inundar todos os vales circundantes.
E de cada vez que a água transborda, o humano constrói a barragem um pouco mais abaixo, para tentar parar e aguentar um pouco mais, mas eventualmente a Natureza reclama o que é seu.
E é isso que eu sinto neste momento, e que senti nas últimas semanas (quiçá meses), sem me ter apercebido ao certo do que se tratava.
De cada vez que a barragem foi abaixo, menos material era usado na barragem seguinte.
Um bocado de mim é arrancado por mim mesmo, para tentar curar um pouco mais rápido a dor, mas isso deixa cada vez menos bocados por arrancar.
E para evitar isso, obrigo-me a parar de sentir, obrigo-me a ser vazio e gelado.
E eu estou farto de estar e ser assim.
Eu não era assim, eu era capaz de sentir algo mais além de vazio e raiva e mágoa.
Eu gostava de poder recuperar o controlo da vida que me foi dada, e que apenas irei ter em meu poder uma vez.
Sei que não posso deixar que a tua perda e a dor da Alma do passado tenham as rédeas sobre mim, mas eu já não sei o que fazer.
Estou deitado desde que cheguei a casa do trabalho, e só quero conseguir desligar e voltar ao que era.
Natureza, podemos fazer isso?
Eu quero, só não tenho energia.
Tu queres, mas também não a tens.
Natureza, deita-te comigo e vamos ficar a olhar para este ecrã os dois...
Pode ser que consigamos.
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
Obrigado pelo Amor
Não sei o que dizer ao certo...
Nestes dias sinto verdadeiramente que uma parte de mim me foi arrancada e me deixou completamente devastado.
A notícia de que não te vou ver mais, abraçar ou tocar foi algo que para não estava pronto para receber...
Sabia que ia acontecer eventualmente, mas achei que tínhamos tempo...
E agora nem me pude despedir de ti.
E na última vez que estivemos juntos, entraste no elevador enquanto eu olhava da porta de casa, e nem me apercebi que poderia nunca mais te encontrar.
Estou devastado por dentro, perdi uma fonte de amizade e amor incondicional da minha vida, que me acompanhou desde que me lembro.
Dei-te leite à boca enquanto eras bebé, vi-te a arrastar pelo chão por não teres força para te levantares, adorei ver-te sonhar no meu colo...
Vi-te crescer, e amei cada momento que passámos juntos, até nestes últimos anos em que estive longe, e em que quando ia até aí, tu já não me conseguias ver, por teres os olhos nublados...
Vou sofrer por uns tempos, continuar a deixar as lágrimas saírem ao fim do dia, mas fico feliz por saber que não sofreste e que simplesmente adormeceste na tua cama.
Obrigado por me teres ensinado o que é amar realmente.
Obrigado por me teres amado de volta sem questões.
Obrigado por me teres feito companhia todos estes anos.
Vou ter saudades tuas...
Nestes dias sinto verdadeiramente que uma parte de mim me foi arrancada e me deixou completamente devastado.
A notícia de que não te vou ver mais, abraçar ou tocar foi algo que para não estava pronto para receber...
Sabia que ia acontecer eventualmente, mas achei que tínhamos tempo...
E agora nem me pude despedir de ti.
E na última vez que estivemos juntos, entraste no elevador enquanto eu olhava da porta de casa, e nem me apercebi que poderia nunca mais te encontrar.
Estou devastado por dentro, perdi uma fonte de amizade e amor incondicional da minha vida, que me acompanhou desde que me lembro.
Dei-te leite à boca enquanto eras bebé, vi-te a arrastar pelo chão por não teres força para te levantares, adorei ver-te sonhar no meu colo...
Vi-te crescer, e amei cada momento que passámos juntos, até nestes últimos anos em que estive longe, e em que quando ia até aí, tu já não me conseguias ver, por teres os olhos nublados...
Vou sofrer por uns tempos, continuar a deixar as lágrimas saírem ao fim do dia, mas fico feliz por saber que não sofreste e que simplesmente adormeceste na tua cama.
Obrigado por me teres ensinado o que é amar realmente.
Obrigado por me teres amado de volta sem questões.
Obrigado por me teres feito companhia todos estes anos.
Vou ter saudades tuas...
sábado, 16 de dezembro de 2017
Quero Viver...
Se fosse um ano como os outros, hoje seria um dia normal.
No entanto, com tanta coisa a acontecer à minha volta, tantas mudanças, tantas conquistas e tantos finais, sinto-me tão perdido.
Paro um bocado e a minha mente anda à roda, sem parar, e eu fico confuso.
E essa confusão leva-me onde?
A ti.
Novamente.
Depois de achar que já não existias.
Tens um canto algures aqui dentro que não consigo destruir nem ignorar.
Consegues levar-me à loucura passado tanto tempo, e consegues apoderar-te dos meus pensamentos nos momentos mais inesperados, sem que eu tenha qualquer controlo.
Não concordo com esse teu poder, não devias conseguir ainda atingir-me.
Eu não devia estar com lágrimas presas nos olhos a pensar em tudo o que já foi, e em tudo o que podia ter ganho se tivesse conseguido largar-te, mas a verdade é que estou.
Ao fim de um ano e meio devia ser capaz de algo mais, mas não sou, e continuo a usar-te como desculpa e justificação a mim próprio para me impedir de viver.
Mas eu gosto de viver.
Importas-te de me deixar?
Custa assim tanto deixares?
No entanto, com tanta coisa a acontecer à minha volta, tantas mudanças, tantas conquistas e tantos finais, sinto-me tão perdido.
Paro um bocado e a minha mente anda à roda, sem parar, e eu fico confuso.
E essa confusão leva-me onde?
A ti.
Novamente.
Depois de achar que já não existias.
Tens um canto algures aqui dentro que não consigo destruir nem ignorar.
Consegues levar-me à loucura passado tanto tempo, e consegues apoderar-te dos meus pensamentos nos momentos mais inesperados, sem que eu tenha qualquer controlo.
Não concordo com esse teu poder, não devias conseguir ainda atingir-me.
Eu não devia estar com lágrimas presas nos olhos a pensar em tudo o que já foi, e em tudo o que podia ter ganho se tivesse conseguido largar-te, mas a verdade é que estou.
Ao fim de um ano e meio devia ser capaz de algo mais, mas não sou, e continuo a usar-te como desculpa e justificação a mim próprio para me impedir de viver.
Mas eu gosto de viver.
Importas-te de me deixar?
Custa assim tanto deixares?
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Palavras Proferidas, Sentimentos Armazenados, Lágrimas a Jorrar
Está a ser mesmo difícil terminar o dia de hoje...
Quase sinto que estou fora do meu corpo desde que acordei, a ver o desenrolar de um filme de tragédia ou drama, sem conseguir fazer nada para intervir.
Devia ter-me preparado para algo deste género, sabia que iria chegar algo deste género eventualmente, sentia tudo isto na minha pele e no meu íntimo, e deixei apenas que tudo se desenrolasse simplesmente.
Grande erro da minha parte, obviamente.
Agora tenho que lidar com todos os momentos de revelação com que fui bombardeado, e com os quais me tive que confrontar a mim mesmo. Com tudo aquilo que não quero admitir, com toda a dor e tristeza que ainda tenho em mim, mas que luto para manter enterrado no canto mais escuro e longínquo da minha Alma, sem perceber bem porque o faço.
Mas lá está, hoje tudo rebentou, o karma ou o destino ou o que quer que tenha sido certificou-se disso.
Sei que não tenho estado no meu melhor nível no que diz respeito às minhas responsabilidades, e às coisas que deveriam ser uma prioridade para mim, mas que não o têm sido por outras atividades paralelas ou por simples procrastinação.
Como seria de esperar, deixei arrastar demasiado esses assuntos, e as consequências estão à vista (bem à vista), e todo o futuro mais próximo se tornou exponencialmente mais complicado.
(Não vou desistir, no entanto, mas decididamente preciso de armazenar mais energia para o trabalho que aí vem e do qual não poderei fugir de todo...)
Em todo o processo de assimilação desta falha em mim, acho que cheguei à maior revelação do últimos tempos, o motivo escondido que não me tem permitido ser eu mesmo, e que me tem afastado de tudo e de todos...
Sim, já passou praticamente um ano desde o fatídico final de tudo. Sim, já tive oportunidades de avançar. Sim, recusei-as todas.
Mas admitir a mim mesmo o porquê de o ter feito? Nops...
Aliás, ao mínimo indício de que esse pensamento me estava a surgir, ou de que qualquer coisa que me estava a fazer voltar a esse tempo (que me parece tão perto, e contudo tão longe), era logo empurrado para baixo do tapete, e preso com tudo o que estivesse à mão.
A verdade é que me afetas. Ainda.
Não consigo largar o passado, não consigo estar com outras pessoas da mesma forma, não consigo ser eu mesmo com elas, ou ser feliz, ou sorrir sequer...
E devia conseguir, depois de tudo o que aconteceu, da forma como fui tratado, da forma como eu agi, dos resultados das nossas conversas posteriores, e da finalidade que foi atingida, e que no entanto tu não levaste avante, e mesmo tendo sido tua a palavra final, não agiste em conformidade, mas sim na direção oposta.
Tudo o que eu tinha de bom em mim foi levado para algum sítio que não consigo alcançar, e não estou a conseguir trazer de volta nem criar novamente. Afastei-me de tudo, vivo de forma diferente desde aí, e já lá vai algum tempo.
E, no entanto, não lido com nada disso. Apercebi-me hoje que tudo continua aqui guardado, e as lágrimas querem rolar pelas minhas bochechas, sem ligar a todo este tempo que já as devia ter tornado em sal, todo este tempo que já deveria ter feito evaporar a água e os sentimentos, todos eles.
Mudaste-me.
Primeiro para melhor. Depois para este caco. Agora para estes pedaços quebrados que apodrecem a cada dia que passa...
Como é que pude deixar que alguém me afetasse tanto? Não deveria ter aprendido já com a vida?
Acho que ainda mantenho esperança neste mundo, é a única conclusão que consigo tirar de tudo isto. Ainda acredito que há bondade em toda a gente. Que o mundo ainda merece a minha confiança...
Espero sinceramente que, agora que notei em toda esta escuridão que tenho em mim, consiga libertar esta energia e armazenar positivismo, pois já me vai chegar o que aí vem.
Lutar contra mim mesmo não vai ajudar.
E não tenciono ter que o fazer.
Mas como irei conseguir tirar estas correntes que me prendem?...
Vou meditar sobre isso e tentar sonhar com a solução, estar aqui a prender as lágrimas não me serve de nada.
Até amanhã.
Quase sinto que estou fora do meu corpo desde que acordei, a ver o desenrolar de um filme de tragédia ou drama, sem conseguir fazer nada para intervir.
Devia ter-me preparado para algo deste género, sabia que iria chegar algo deste género eventualmente, sentia tudo isto na minha pele e no meu íntimo, e deixei apenas que tudo se desenrolasse simplesmente.
Grande erro da minha parte, obviamente.
Agora tenho que lidar com todos os momentos de revelação com que fui bombardeado, e com os quais me tive que confrontar a mim mesmo. Com tudo aquilo que não quero admitir, com toda a dor e tristeza que ainda tenho em mim, mas que luto para manter enterrado no canto mais escuro e longínquo da minha Alma, sem perceber bem porque o faço.
Mas lá está, hoje tudo rebentou, o karma ou o destino ou o que quer que tenha sido certificou-se disso.
Sei que não tenho estado no meu melhor nível no que diz respeito às minhas responsabilidades, e às coisas que deveriam ser uma prioridade para mim, mas que não o têm sido por outras atividades paralelas ou por simples procrastinação.
Como seria de esperar, deixei arrastar demasiado esses assuntos, e as consequências estão à vista (bem à vista), e todo o futuro mais próximo se tornou exponencialmente mais complicado.
(Não vou desistir, no entanto, mas decididamente preciso de armazenar mais energia para o trabalho que aí vem e do qual não poderei fugir de todo...)
Em todo o processo de assimilação desta falha em mim, acho que cheguei à maior revelação do últimos tempos, o motivo escondido que não me tem permitido ser eu mesmo, e que me tem afastado de tudo e de todos...
Sim, já passou praticamente um ano desde o fatídico final de tudo. Sim, já tive oportunidades de avançar. Sim, recusei-as todas.
Mas admitir a mim mesmo o porquê de o ter feito? Nops...
Aliás, ao mínimo indício de que esse pensamento me estava a surgir, ou de que qualquer coisa que me estava a fazer voltar a esse tempo (que me parece tão perto, e contudo tão longe), era logo empurrado para baixo do tapete, e preso com tudo o que estivesse à mão.
A verdade é que me afetas. Ainda.
Não consigo largar o passado, não consigo estar com outras pessoas da mesma forma, não consigo ser eu mesmo com elas, ou ser feliz, ou sorrir sequer...
E devia conseguir, depois de tudo o que aconteceu, da forma como fui tratado, da forma como eu agi, dos resultados das nossas conversas posteriores, e da finalidade que foi atingida, e que no entanto tu não levaste avante, e mesmo tendo sido tua a palavra final, não agiste em conformidade, mas sim na direção oposta.
Tudo o que eu tinha de bom em mim foi levado para algum sítio que não consigo alcançar, e não estou a conseguir trazer de volta nem criar novamente. Afastei-me de tudo, vivo de forma diferente desde aí, e já lá vai algum tempo.
E, no entanto, não lido com nada disso. Apercebi-me hoje que tudo continua aqui guardado, e as lágrimas querem rolar pelas minhas bochechas, sem ligar a todo este tempo que já as devia ter tornado em sal, todo este tempo que já deveria ter feito evaporar a água e os sentimentos, todos eles.
Mudaste-me.
Primeiro para melhor. Depois para este caco. Agora para estes pedaços quebrados que apodrecem a cada dia que passa...
Como é que pude deixar que alguém me afetasse tanto? Não deveria ter aprendido já com a vida?
Acho que ainda mantenho esperança neste mundo, é a única conclusão que consigo tirar de tudo isto. Ainda acredito que há bondade em toda a gente. Que o mundo ainda merece a minha confiança...
Espero sinceramente que, agora que notei em toda esta escuridão que tenho em mim, consiga libertar esta energia e armazenar positivismo, pois já me vai chegar o que aí vem.
Lutar contra mim mesmo não vai ajudar.
E não tenciono ter que o fazer.
Mas como irei conseguir tirar estas correntes que me prendem?...
Vou meditar sobre isso e tentar sonhar com a solução, estar aqui a prender as lágrimas não me serve de nada.
Até amanhã.
terça-feira, 13 de junho de 2017
Identidades
Identidade.
Algo que todos tomamos por garantido, e que nunca, em momento algum, se pensa que vai deixar de pertencer ao nosso ser.
Mas a realidade é que os caminhos não são fáceis, e por vezes desviamo-nos.
E esses pequenos desvios fazem com que o nosso pé saia da estrada. E sair da estrada, que nós definimos ser a que nós queremos seguir, não é isso perder um pouco de identidade?
Naquele pedaço de relva que acompanha a estrada pode estar algo importante para alguém. E se nós acabámos de o pisar, então acabámos de destruir algo a alguém.
Quantas e quantas vezes não calcámos algo importante para alguém? Ou para nós próprios, quiçá?
Claro que depois disso recebemos queixas, e são-nos apontados dedos.
Mas como é que reagimos? Com outro pé fora do caminho, agora do outro lado.
É muito fácil sermos compreendidos pelos outros nesses momentos mais impulsivos ou em que a reação descontrolada é que lidera a nossa identidade, mas e compreendermos os motivos dos outros?
Há outros caminhos à nossa volta, provavelmente invisíveis para os nossos olhos, e nós nem nos preocupamos em reconhecer que eles existem, quanto mais tentar compreendê-los.
E quando nos são apontados erros e nós reconhecemos que não queremos ser da forma que estamos a ser, o mais fácil é sempre atirar a toalha ao chão, desistir.
Mas se voltamos a atirar a toalha ao chão, não vamos acertar na nossa própria estrada? Em algo importante para nós?
E desistir está mesmo na minha identidade?
Mais ainda: será que seguir a estrada faz parte da nossa identidade?
Eu já sei quem eu sou, e no entanto continuo. Porquê? Alguma vez quis saber qual o propósito?
A paz, o descanso, estão comigo já. Eu sei que estou confortável comigo mesmo, para quê continuar a dar passos?
Pois, eu respondo rapidamente a isso: se eu ficar por aqui, quantos mais erros vão continuar a haver?
Quem vai espalhar no mundo o que tem que ser espalhado?
Se eu não continuar a andar, não vou arriscar realmente a que a minha chama arda por coisas que valham a pena. E os maiores erros são aqueles que não se vêem, decisões que temos demasiado medo para tomar.
Por isso sempre que o combustível faltar para que o próximo pé pouse o chão, pega nessa toalha, olha em frente e segue a estrada.
Ficar a olhar para o erro e a pensar nele é o caminho mais rápido para que o próximo passo comece a colapsar.
Não queres isso. Deixa que o mundo te veja, em toda a tua glória.
Arrisca.
Toma uma decisão.
Algo que todos tomamos por garantido, e que nunca, em momento algum, se pensa que vai deixar de pertencer ao nosso ser.
Mas a realidade é que os caminhos não são fáceis, e por vezes desviamo-nos.
E esses pequenos desvios fazem com que o nosso pé saia da estrada. E sair da estrada, que nós definimos ser a que nós queremos seguir, não é isso perder um pouco de identidade?
Naquele pedaço de relva que acompanha a estrada pode estar algo importante para alguém. E se nós acabámos de o pisar, então acabámos de destruir algo a alguém.
Quantas e quantas vezes não calcámos algo importante para alguém? Ou para nós próprios, quiçá?
Claro que depois disso recebemos queixas, e são-nos apontados dedos.
Mas como é que reagimos? Com outro pé fora do caminho, agora do outro lado.
É muito fácil sermos compreendidos pelos outros nesses momentos mais impulsivos ou em que a reação descontrolada é que lidera a nossa identidade, mas e compreendermos os motivos dos outros?
Há outros caminhos à nossa volta, provavelmente invisíveis para os nossos olhos, e nós nem nos preocupamos em reconhecer que eles existem, quanto mais tentar compreendê-los.
E quando nos são apontados erros e nós reconhecemos que não queremos ser da forma que estamos a ser, o mais fácil é sempre atirar a toalha ao chão, desistir.
Mas se voltamos a atirar a toalha ao chão, não vamos acertar na nossa própria estrada? Em algo importante para nós?
E desistir está mesmo na minha identidade?
Mais ainda: será que seguir a estrada faz parte da nossa identidade?
Eu já sei quem eu sou, e no entanto continuo. Porquê? Alguma vez quis saber qual o propósito?
A paz, o descanso, estão comigo já. Eu sei que estou confortável comigo mesmo, para quê continuar a dar passos?
Pois, eu respondo rapidamente a isso: se eu ficar por aqui, quantos mais erros vão continuar a haver?
Quem vai espalhar no mundo o que tem que ser espalhado?
Se eu não continuar a andar, não vou arriscar realmente a que a minha chama arda por coisas que valham a pena. E os maiores erros são aqueles que não se vêem, decisões que temos demasiado medo para tomar.
Por isso sempre que o combustível faltar para que o próximo pé pouse o chão, pega nessa toalha, olha em frente e segue a estrada.
Ficar a olhar para o erro e a pensar nele é o caminho mais rápido para que o próximo passo comece a colapsar.
Não queres isso. Deixa que o mundo te veja, em toda a tua glória.
Arrisca.
Toma uma decisão.
segunda-feira, 5 de junho de 2017
Ser Humano
Como a Vida muda em tão pouco tempo.
Num dia estás em pedaços, em sofrimento puro, sem saberes o que fazer a não ser ficar sentado na solidão silenciosa e escura que é o teu quarto, e no instante a seguir tudo parece estar a correr bem, como se cada fosse uma maré de sorte.
Nalguns dias não te consegues esquecer das tuas feridas, pois elas estão a sangrar e a arder intensamente, e nos outros dias o sol brilha com tanta intensidade e há tanto positivismo à tua volta que nem te apercebes das cicatrizes.
Para todos estes momentos, há sempre um trigger, algo que despoleta o momento, e as pessoas à nossa volta, como é normal no ser humano, estão mais concentradas no seu próprio umbigo do que no mundo à volta delas.
E ninguém vê o que está a acontecer com a pessoa mesmo aqui ao lado. Ninguém faz ideia, e toda a gente apenas supõe que essa pessoa deve estar igual à última vez que olharam em frente, só para não irem contra a parede.
Não costumo ser direto e explícito, mas este é diferente. Este texto é sobre o que se passa.
Ninguém sabe o que acontece na minha vida. Eu não sei o que acontece na vida dos outros.
O que é certo é que, como humanos que somos, não nos interessa. Não queremos saber. O primeiro instinto é sempre agir e falar como se só as minhas coisas importassem. Como se "eu" fosse a única pessoa em sofrimento no mundo.
Ou como se "eu" fosse o único que está em maré de sorte.
Nunca ninguém pára um pouco para pensar nos outros realmente. Para prever as consequências daquilo que se ia dizer ou fazer se se agir por instinto.
O meu papel neste mundo que é esta janela para a minha alma é muito simples: revelar o meu coração ao mundo.
Quantas e quantas vezes já não recebi como resposta risos e gozos desse mundo, só por revelar o que me vai na alma...
Mas o meu papel mantém-se, não vai ser outro qualquer a fazê-lo, e não vai de certeza ser outro qualquer a fazer-me parar.
Alguém por aí vai estar a olhar em volta, e não para o seu próprio umbigo. Alguém precisará de ajuda. E se eu posso ajudar, se eu já passei por uma situação semelhante, é meu dever e obrigação dizer ao mundo como me senti, e como ultrapassei os obstáculos.
Porque eu não sei se isso não será o trigger que vai ajudar alguém.
Mas sei que é a minha forma de ser positivo no meio deste mundo tão negativo e egocêntrico.
Não tenho nada mais a dizer, mas espero que estas minhas palavras consigam pôr alguém deste mundo a levantar os olhos, e a pensar: "O que será que posso fazer pelos outros?".
A pensar apenas, uma vez que seja, no que acontece na vida dos outros.
É só.
Boa noite.
Num dia estás em pedaços, em sofrimento puro, sem saberes o que fazer a não ser ficar sentado na solidão silenciosa e escura que é o teu quarto, e no instante a seguir tudo parece estar a correr bem, como se cada fosse uma maré de sorte.
Nalguns dias não te consegues esquecer das tuas feridas, pois elas estão a sangrar e a arder intensamente, e nos outros dias o sol brilha com tanta intensidade e há tanto positivismo à tua volta que nem te apercebes das cicatrizes.
Para todos estes momentos, há sempre um trigger, algo que despoleta o momento, e as pessoas à nossa volta, como é normal no ser humano, estão mais concentradas no seu próprio umbigo do que no mundo à volta delas.
E ninguém vê o que está a acontecer com a pessoa mesmo aqui ao lado. Ninguém faz ideia, e toda a gente apenas supõe que essa pessoa deve estar igual à última vez que olharam em frente, só para não irem contra a parede.
Não costumo ser direto e explícito, mas este é diferente. Este texto é sobre o que se passa.
Ninguém sabe o que acontece na minha vida. Eu não sei o que acontece na vida dos outros.
O que é certo é que, como humanos que somos, não nos interessa. Não queremos saber. O primeiro instinto é sempre agir e falar como se só as minhas coisas importassem. Como se "eu" fosse a única pessoa em sofrimento no mundo.
Ou como se "eu" fosse o único que está em maré de sorte.
Nunca ninguém pára um pouco para pensar nos outros realmente. Para prever as consequências daquilo que se ia dizer ou fazer se se agir por instinto.
O meu papel neste mundo que é esta janela para a minha alma é muito simples: revelar o meu coração ao mundo.
Quantas e quantas vezes já não recebi como resposta risos e gozos desse mundo, só por revelar o que me vai na alma...
Mas o meu papel mantém-se, não vai ser outro qualquer a fazê-lo, e não vai de certeza ser outro qualquer a fazer-me parar.
Alguém por aí vai estar a olhar em volta, e não para o seu próprio umbigo. Alguém precisará de ajuda. E se eu posso ajudar, se eu já passei por uma situação semelhante, é meu dever e obrigação dizer ao mundo como me senti, e como ultrapassei os obstáculos.
Porque eu não sei se isso não será o trigger que vai ajudar alguém.
Mas sei que é a minha forma de ser positivo no meio deste mundo tão negativo e egocêntrico.
Não tenho nada mais a dizer, mas espero que estas minhas palavras consigam pôr alguém deste mundo a levantar os olhos, e a pensar: "O que será que posso fazer pelos outros?".
A pensar apenas, uma vez que seja, no que acontece na vida dos outros.
É só.
Boa noite.
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